
Existe uma dor que nem sempre aparece, mas que pesa em milhares de famílias. Por isso protocolamos um projeto para estruturar a rede estadual de saúde mental, preparando as UPAs e os hospitais para acolher quem precisa de cuidado.
Saúde mental não pode ser tratada como assunto de segundo plano. É preciso porta de entrada, equipe e continuidade no atendimento, para que ninguém fique sozinho diante do sofrimento.
Essa é uma pauta que toca muita gente, e queremos construí-la ouvindo as famílias e os profissionais. Esse trabalho também é seu.